Praia del Rey Holiday Rentals: Silver Cost Region Cultural Points
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Pontos Culturais

Costa Oeste

Numa mistura alucinante dos verdes da vegetação, com o azul do mar e do céu, e os dourados dos extensos areais das belas praias, a Costa Oeste oferece-lhe inúmeras ideias para umas óptimas férias! Com a sua gente amigável e acolhedora, esta é uma área que guarda ainda muitas das suas tradições, tornando a sua beleza natural ainda mais atractiva.

Nas mais distintas vilas e cidades, com seu património natural e edificado diverso, encontrará locais que transportá-lo-ão para os antepassados.
A óptima gastronomia tradicionalmente portuguesa, confeccionada com os seus mais frescos ingredientes, é de deixar água na boca… Estando abrangida por várias vilas piscatórias, poderá escolher entre os seus pratos de peixe e marisco frescos, vindos directamente dos portos de pesca.

Aqui encontrará ao longo da costa, praias que oferecem condições esplêndidas, muitas delas internacionalmente conhecidas, para a práctica de surf, bodyboard, kitesurf e windsurf.

Para os amantes de golfe, a passagem pelo prestigiado Campo de Golfe da Praia D’El Rey torna-se obrigatória. Um lindissímo campo de golfe de 18 buracos par-72 championship, situado entre os pinhais e o oceano Atlântico. Outros campos como Golden Eagle, Campo Real, Vimeiro e Botado, são as opcões mais próximas.

E nada termina aqui… veja a nossa selecção de locais/visitas, actividades e restaurantes que poderá disfrutar aquando da sua visita!

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Peniche

Peniche

peniche_03Cidade costeira Portuguesa, sede de concelho, situada na região centro oeste do País, numa península com cerca de 10 km de perímetro, constituindo o seu extremo ocidental o Cabo Carvoeiro.

Com vários quilómetros de costa marítima variada onde se podem encontrar uma grande variedade de praias de finas areias e águas límpidas, Peniche tem na indústria pesqueira e no seu importante porto a sua essência de cidade piscatória, que hoje partilha sabiamente com a crescente indústria turística.

peniche_02Vários são os pontos de interesse na área, como a Fortaleza, em Peniche, sobranceira ao mar, mandada edificar por D. João III em 1557 e concluída em 1645, com a sua a Torre de Vigia, e a capela de Santa Bárbara; a Gruta da Furninha, na costa Sul da península de Peniche, mais importante estação pré-histórica do concelho; as Igrejas de São Pedro (bem no centro de Peniche, de finais do século XVI) e da Misericórdia, de inícios do século XVII; ou mesmo a Capela de Nossa Senhora dos Remédios localizada junto à costa no extremo ocidental da península de Peniche.

Bem próximo de Peniche situa-se Atouguia da Baleia, uma vila bastante curiosa e agradável, onde se pode observar o curioso Touril, estrutura do século XVIII utilizada como palco de lides tauromáquicas, a Igreja de S. Leonardo do século XII e a barroca Igreja de Nossa Senhora da Conceição, de finais do século XVII.

O Baleal e a Consolação são igualmente dignos de visita, não esquecendo a possibilidade de visita às Ilhas Berlengas, um arquipélago rochoso, de formação granítica muito antiga, onde a Natureza se encontra ainda em estado quase selvagem, acessível por Barco através de Peniche. Este arquipélago é composto por três grupos de ilhéus, todos com uma natureza geológica bem diferenciada da costa da península Ibérica, são eles a Berlenga Grande e Cerro da Velha, as Estelas e os Farrilhões.

Neste arquipélago nidificam numerosas aves marinhas sobre os imponentes penhascos de granito vermelho, possuindo igualmente submersos formosos recifes e grutas marinhas em estado natural. Na Ilha da Berlenga situa-se o Forte de São João Baptista, construído em 1656, para impedir a ocupação desta ilha por potências inimigas.

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Peniche é também famosa pelo seu artesanato, nomeadamente pelas Rendas de Bilros, seguindo uma antiga técnica oriental, mantida sabiamente pelas mulheres dos pescadores ao longo dos tempos.
Igualmente afamada e apreciada na região é a Gastronomia local, com uma grande oferta de restauração baseada sobretudo nos frescos produtos provenientes desta costa e que fazem as delicias de todos os que os degustam.

Locais a visitar:

  • Fortaleza
  • Gruta da Furninha
  • Ilha das Berlengas
  • Forte de São João Baptista
  • Igreja da Nossa Senhora da Ajuda
  • Igreja de São Pedro
  • Igreja da Misericórdia
  • Igreja de São Leonardo (At. Baleia)
  • Pelourinho da Atouguia da Baleia
  • Núcleo Museográfico da Santa Casa da Misericórdia
  • Santuário da Nossa Senhora dos Remédios
  • Cabo Carvoeiro

Eventos:

  • Maio/Junho – Festival Sabores do Mar
  • Junho – Corrida das Fogueiras
  • Julho – Carnaval de Verão
  • Julho – Mostra de Rendas de Bilros
  • Agosto – Festa da Nossa Senhora da Boa Viagem
  • Agosto – Feira do Artesanato
  • Setembro – Feira das Tasquinhas Rurais

Berlengas Natural Reserve

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Um património natural de grande valor, o pequeno arquipélago das Berlengas, situado a cerca de 10km a oeste de Peniche, é constituído pela ilha da Berlenga Grande e recifes adjacentes, as Estelas e os Farilhões-Forcados, estando classificado como Reserva Natural desde 1981.

A ilha principal, a Berlenga, ocupa cerca de 2/3 da superfície total, existindo a leste a chamada Ilha Velha, separada pela erosão marinha.

Este é um local que ainda hoje se apresenta quase no seu estado natural, pouco alterado pela mão humana, de acesso possível por meio aéreo ou marítimo.

Apresenta, pois, um importante e rico habitat para as mais variadas espécies, existindo mesmo mais de cem espécies diferenciadas de plantas. Em termos de flora, encontram-se espécies como malmequeres amarelos, papoilas, silenes, arménias, pulicárias, morriões das areias ou armerias, entre tantas outras. A fauna é composta por muitas espécies marítimas como o polvo, a estrela-do-mar, as mais variadas espécies piscícolas, e outras como a lagartixa de bocage, coelho bravo, o rato preto, e uma muito rica avifauna, como o Airo, que é o símbolo da reserva, a cagarra, o corvo marinho de crista, as rolas-do-mar, a andorinha-dos-beirais, e claro, a já famosa gaivota.

berlengas_02A Reserva Natural da Berlenga encanta pelas paisagens de grande beleza que proporciona, com águas cristalinas e encantadores recantos naturais, como é o caso da pequena praia do Carreiro do Mosteiro, ou da Cova do Sonho, entre tantos outros locais de raro encanto. Vale a pena conhecer os recantos desta maravilha natural, através dos trilhos pedestres ou dos interessantes passeios de barcos ao interior das grutas resultantes da acção erosiva do mar sobre o granito.

O acesso à Berlenga faz-se de barco através de Peniche, no que muitos reportam como uma “viagem difícil”, dada as fortes correntes do mar, com a duração de 30 a 40 minutos em média. As visitas à Berlenga estão condicionadas ao máximo de 350 visitantes por dia, de modo a manter a maior naturalidade em todas as espécies que habitam a ilha.

A ilha possui dois restaurantes, na “aldeia dos pescadores”, e hipóteses de alojamento no Forte de São João Baptista, no Pavilhão Mar e Sol ou ainda mais próximo da natureza, no Parque de Campismo (sendo aconselhável uma posterior limpeza às tendas, usualmente muito prevaricadas pelos dejectos das gaivotas).

Óbidos

Óbidos

obidos_01Histórica Vila Portuguesa, sede de concelho, Óbidos é como que um museu aberto, onde estão escritas páginas de história e se respira um ambiente medieval que faz pensar estar-se em tempos antigos.

Conquistada aos Mouros pelas tropas dos primeiro Rei Português, D. Afonso Henriques, em 1148, foi doada em 1210 por D. Afonso II à Rainha D. Urraca, e posteriormente doada à Rainha Santa Isabel pelo seu marido, Rei D. Dinis, em 1281. Óbidos foi, até 1883, uma terra de rainhas, e talvez por isso tenha mantido o seu ambiente romântico e pitoresco tão bem preservado ao longo dos séculos.

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As suas ruas estreitas, calcetadas, de casario branco com faixas coloridas e flores espalhadas por toda a terra, nomeadamente na fachada das casas, muros e portões, faz de Óbidos uma das mais alegres vilas do País.
Do alto do seu Castelo, um dos exemplos mais perfeitos de fortalezas medievais em Portugal (tendo sido mesmo um dos candidatos às sete maravilhas do País), tem-se um lindo panorama sobre as áreas circundantes, abençoadas pela natureza, funcionando no Castelo, hoje em dia, uma das mais conceituadas e prestigiadas Pousadas de Portugal.

Muitos locais de interesse existem nesta maravilhosa vila, como são exemplo a Capela de Nossa Senhora do Carmo, a Igreja de Santa Maria (provavelmente fundada no período visigótico, e transformada em mesquita durante a ocupação árabe), a Igreja da Misericórdia, a Capela de S. Martinho, o Santuário do Senhor da Pedra (já fora das muralhas) e o interessante Museu Municipal que ostenta algumas das grandes obras de arte de Josefa d‘Óbidos.

obidos_03Dentro das muralhas, a Rua Direita é o coração comercial da cidade, onde se encontram os mais variados artigos artesanais regionais. No Posto de Turismo da Vila é possível obter as mais diversas informações, e efectuar visitas temáticas guiadas que melhor demonstram a beleza, importância e património desta agradável Vila Portuguesa.

 

Locais a visitar:

  • Castelo
  • Capela de Nossa Senhora do Carmo
  • Igreja de Santa Maria
  • Igreja da Misericórdia
  • Igreja de São Joao Baptista
  • Igreja de São Pedro
  • Igreja de São Tiago
  • Capela de São Martinho
  • Ermida da Ordem Terceira
  • Porta da Vila
  • Porta do Vale ou Sr.ª da Graça
  • Pelourinho e Telheiro
  • Rua Direita
  • Aqueduto
  • Santuário do Senhor Jesus da Pedra
  • Museu Municipal
  • Museu Paroquial
  • Museu Abilio de Mattos e Silva
  • Galeria NovaOgiva
  • Galeria da Casa do Pelourinho

Eventos:

  • Fevereiro – Festival do Chocolate
  • Data Variável – Semana Santa
  • Maio – Maio Barroco
  • Junho – Junho das Artes
  • Julho – Mercado Medieval
  • Agosto – Festival de Ópera
  • Outubro – Temporada de Cravo
  • Dezembro – Vila Natal

Bombarral

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Bombarral em tempos uma granja pertencente ao imenso Mosteiro de Alcobaça, é desde sempre uma região agrícola, base da sua economia, sendo um centro vínicula muito apreciado e reconhecido, estando marcada pela famosa Rota da Vinha e do Vinho.

Poderá também apreciar as belas paisagens criadas pelos terrenos agrícolas que produzem uma variedade de produtos hortícolas e frutos, nomeadamente a tão conhecida pera rocha, que dá nome Festa anual da Pêra Rocha, assim como disfrutar de belos passeios pelo Jardim Municipal e a Mata.

bombarral_02Este concelho tem uma riqueza histórica, tendo sido o local onde decorreu a Batalha da Roliça e onde se pode visitar o Túmulo do Coronel Lake, homenageando este tenente coronel inglês, que acabou por aqui perecer.

Com um bonito património arquitectónico, Bombarral oferece várias visitas, destacando-se a moderna Igreja Matriz ou Igreja Paroquial do Santíssimo Salvador do Mundo, para além de outros.

A nível arqueológico foram descobertas várias grutas espalhadas pelo concelho, como A gruta da Lapa do Suão e de Pulga, a gruta Nova, e o Castro da Columbeira.

Locais a visitar:

  • Museu Municipal do Bombarral
  • Igreja Matriz ou Igreja Paroquial do Santíssimo Salvador do Mundo
  • Capela da Madre Deus
  • Capela do Santíssimo Sacramento
  • Ermida de Nossa Senhora do Socorro
  • Ermida de São Brás
  • Estação de Caminhos de Ferro
  • Teatro Eduardo Brazão
  • Palácio Gorjão
  • Solar do Melos e Castros
  • Torre de Lafetat

Quintas:

  • Quinta da Granja
  • Quinta da Ramalheira
  • Quinta das Cerejeiras
  • Quinta do Sanguinhal
  • Quinta dos Loridos

Eventos:

  • Janeiro – Festa de Santo Antão
  • Janeiro – Festa de São Sebastião
  • Junho – Festa da Vila
  • Julho – Festival do Vinho Português
  • Agosto – Festival da Pêra Rocha
  • Novembro – Festa Santa Catarina
Aldeia do Sanguinhal

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Sanguinhal é uma pequena aldeia da freguesia do Carvalhal, pertencente ao bonito concelho do Bombarral, numa área marcadamente agrícola, de terrenos muito férteis, que produzem célebres vinhos.
A paisagem é marcada por uma ruralidade encantadora, de terrenos explorados pelo homem desde há largos séculos, produzindo frescos produtos hortícolas e frutícolas, onde crescem as vinhas que constituem a maior riqueza da aldeia.
De facto, aqui foi criada a Companhia Agrícola do Sanguinhal, bem no coração de uma das mais antigas regiões vinhateiras do país, cuja origem se confunde com a da própria nacionalidade. Com efeito, os monges da Ordem de Cister, instalados no Mosteiro de Alcobaça, introduziram na região a cultura da vinha, e desenvolveram uma importante actividade agrícola que se desenvolveu e assim ainda hoje se mantém.

Deste modo, a Quinta do Sanguinhal, famosa produtora de produtos vinícolas, é um dos principais patrimónios da aldeia, enriquecido pela interessante Igreja de Santo António do século XIX, situada bem no núcleo central que é caracterizado pelas suas alvas casas rurais

Quinta dos Loridos

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A Quinta dos Loridos é um bonito Solar, situado na freguesia do Carvalhal, concelho do Bombarral. Outrora, estas terras foram pertença do Mosteiro de Alcobaça, que as doou a João Annes Lourido, em 1430. No século XVI a família Sanches de Baena reconstruiu este Solar que é hoje um belo exemplo da nobre arquitectura rural do século XVIII, ostentando o orgulhoso brasão da família Sanches de Baena.

A Quinta dos Loridos é hoje uma unidade hoteleira de luxo e também uma afamada produtora de vinhos, nomeadamente de espumantes.

Está a ser construído um grande Jardim Oriental com área de 35 hectares, com lago artificial e plano para 6 mil toneladas de estátuas, para um espaço de calma e paz de espírito.

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Caldas da Rainha

Caldas da Rainha

Caldas da Rainha é uma bonita cidade, sede de município, da região Centro do País, conhecida pela sua relação com a Rainha Dona Leonor e pelo fabrico de inúmeras peças cerâmicas.

Também conhecida por “termas da Rainha”, foi procurada pela Rainha Dona Leonor, mulher de D. Manuel I, no século XV, que ao usufruir das competências terapêuticas das águas termais viu sarada uma ferida que há muito não cicatrizava, mesmo após os mais diversos tratamentos.
A Rainha mandou, então, construir um Hospital, à volta do qual se formou a povoação que assim ficou conhecida como “Caldas da Rainha”.

caldasEsta estância era já referida em documentos datados de 1222, mas o seu grande desenvolvimento deu-se devido ao avanço da Peste Negra e com a consequente mudança da Rainha para ares mais frescos e saudáveis, nomeadamente para as Casas Reais de Óbidos, passando então pelos “banhos das Caldas” e apercebendo-se da sua importância terapêutica.

Corria então o ano de 1485 quando se iniciaram as importantes obras do Balneário.

A fertilidade dos solos da região abriu caminho para novas e maiores culturas, sendo ainda hoje famosa a qualidade frutícola da zona, e Caldas da Rainha desenvolve-se graciosamente ao longo dos séculos, tendo em finais do século XIX e inícios do século XX, sido um dos locais de eleição da nobreza e aristocracia, que optavam pela qualidade do Hospital Termal alimentado por cinco nascentes, recomendadas ainda hoje para o tratamento de reumatismos crónicos e outras perturbações do aparelho locomotor e do aparelho respiratório.

Caldas da Rainha apresenta um rico património que vale a pena conhecer, como a Ermida de São Sebastião (século XVI), a Igreja Nossa Senhora do Pópulo (século XVI), antiga Igreja Matriz; o Parque D. Carlos, dotado de variadas estruturas como um lago, court de ténis, coreto e esplanada, dando acesso ao maravilhoso Museu de José Malhoa do século XIX, reunindo importantes colecções de arte Portuguesa, com destaque para o maravilhoso conjunto da obra de José Malhoa (1855 – 1933), sendo um dos maiores pontos de interesse da cidade.

Caldas da Rainha prima pelo interesse Museológico, patente por todo o concelho, destacando-se o Museu do Hospital e das Caldas, o Museu da Cerâmica, o Atelier-Museu António Duarte, o atelier Museu João Fragoso, o Museu da Fábrica das Faianças Artísticas Bordalo Pinheiro e o Museu da Fábrica Secla.

Vale a pena parar na Praça da República, que conserva ainda grande parte dos seus típicos edifícios do século XIX, sendo também conhecida por “Praça da Fruta”, e apreciar todas as manhãs o único mercado diário horto-frutícola do País ao ar livre, e conhecer a arte cerâmica da cidade, com os mais variados objectos e peças de características populares, muitas delas devendo-se ao trabalho religioso e humorístico de Rafael Bordalo Pinheiro, um dos grandes ícones da região, conhecido por ser o autor do mítico “Zé Povinho”.

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